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March 31 O Jugo de Jesus...Quando trocamos o nosso jugo com o de Jesus, somos transformados...
Mt 11:25-30 – “25.Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultastes estas coisas aos sábios e instruídos e as revelastes aos pequeninos. 26.Sim,ó Pai, porque assim te aprouve. 27.Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28. Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. 29. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. 30.Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.”
Esta Palavra é um presente de Deus: é a revelação de Deus em sabedoria compartilhada com o Filho e conosco.
Ela nos remete o pensamento ao período da infância e da adolescência, quando se ouvia tocar um belo hino, Vinde a Mim, que nos marcou muito, e que cantarolamos vida inteira, e que aprendemos ouvindo pelo serviço de auto-falante que existia na Glória, bairro de Vila Velha, ES, pelos idos de 1960 a 1970, e não se tem escutado esse hino de chamamento aos pecadores. A letra, que deve estar incompleta, deve ser esta: Vinde a Mim Tua alma está ferida, magoado o coração, A tristeza já se apoderou de ti?
Escuta, meu amigo, Jesus te fala assim: Oh! Cansados e oprimidos, vinde a mim!
Tomai sobre vós o meu jugo; E eu vos aliviarei. O descanso verdadeiro vós tereis no coração.
Escuta, meu amigo, Jesus te fala assim: Oh! Cansados e oprimidos, vinde a mim!
Desperta tu que dormes... (e continua).
Se observarmos o início do Capítulo 11, vemos que Jesus estava percorrendo vilarejos da zona rural da Galiléia, passando por algumas cidades junto com os seus discípulos e promovendo os mais diferentes milagres. Ele e os discípulos que o acompanhavam expulsavam demônios e operavam muitas curas. Cegos, coxos, leprosos, surdos, e outros enfermos eram curados, mortos eram ressuscitados, os pobres recebiam ensinamentos. E todos estavam maravilhados.
E Jesus quis revelar-lhes que todo aquele poder que Ele exercia e o que Ele lhes tinha dado, vinha do Pai, porque só o Pai é o Deus Todo Poderoso. E Jesus quer nos revelar e compartilhar esse poder que emana do Pai.
Ele acabava de lhes falar sobre os grandes pecados do povo habitante nas cidades de Corazim, Betzaida e Cafarnaum, mas nem por isso Ele deixou de lhes fazer o bem, ministrar curas e aliviar-lhes o sofrimento – cura da mulher do fluxo de sangue, leprosos, criado do centurião, a sogra de Pedro, endemoninhados gadarenos, o paralítico enfim, tantos outros – e disse a eles que por isso, porque viram a glória de Deus de perto, presenciaram os sinais de maravilhas que Ele operou, por isso mesmo lhes seria cobrado muito mais.
E disse a eles que se as cidades de Tiro, Sidom e até mesmo Gomorra tivessem tido a oportunidade de conhecer tais maravilhas, ah! não teriam sido destruídas, teriam sido poupadas até hoje... Lembramos também de Nínive, que primeiro poupada quando Deus usou Jonas para advertir o povo e conclama-lo ao arrependimento! Só mais tarde 150 depois do episódio de Jonas Nínive voltou a cair em pecado...
Ai de ti, tais cidades... Ai de ti homens e mulheres...
E Jesus está com isso ensinando sobre a é a grande responsabilidade que pesa sobre aqueles que se tornam conhecedores da Palavra. Ai daquele que a conhece e não a pratica. A mão do Senhor haverá de ser mais pesada, porque mais lhe será cobrado... Aquele que sabe distinguir entre noite e dia, entre treva e luz, entre o bem e o mal...
No v. 25, quando Jesus está respondendo a todas essas questões indagadas pelos seus discípulos, observem que ele dá graças ao Pai porque revelou tais coisas a Ele e aos que o acompanham, e mais, Ele, o Filho do Deus Altíssimo, se coloca na posição dos humildes, dos pequenos, os de baixa condição social, não apenas as criancinhas a que se refere o Evangelho de Lucas 10:21,12, mas a todos nós, que reconhecemos que somos infinitamente pequenos diante da grandeza de Deus. O que se aprende com Jesus é que quando o homem se humilha é que se iguala a Ele, porque Ele é humilde, embora nem precisasse sê-lo. E Jesus está nos dizendo: Aprendei de mim que sou manso e sou humilde de coração. É na humildade que aprendemos com Ele.
E nesse aprendizado de humildade Ele manifesta a sua gratidão ao Pai: Ele é agradecido ao Pai que lhe revela toda sabedoria que ocultou aos sábios e instruídos.
E não há aprendizagem – NENHUMA – fora da palavra de Deus. Aqui reside todo o conhecimento que foi dado à Humanidade. As Ciências mais diversas se sustentam no conteúdo da Palavra de Deus, ainda que muitos cientistas não se apercebam disso – medicina, matemática, linguagem, engenharia, o direito etc.
O que seria delas se desprezassem as leis divinas. E quando desprezam, fazem o caminho de volta nas suas descobertas e pesquisas porque não se fundamentaram na verdade. E só existe uma verdade.
Até as ciências mais modernas como a Ecologia, que estuda e cuida, por exemplo, das questões vinculadas ao meio ambiente e dita regras de preservação ambiental, saúde pública, pessoal etc., quer queiram, quer não, se alicerçam na Palavra de Deus. É o que se vê no Livro de Deuteronômios 23:12,13 e 14: “12.Também terás um lugar fora do arraial; e ali sairás fora. E entre as tuas armas terás uma pá; e será que, quando estiveres assentado fora, então, com ela cavarás e, virando-te, cobrirás aquilo que saiu de ti. Porquanto o Senhor, teu Deus, anda no meio do arraial, para te livrar e entregar os teus inimigos diante de ti; pelo que o teu arraial será santo, para que ele não veja coisa feia em ti e não volte atrás.”
Andar limpos, ter bons hábitos de higiene e manter limpo o lugar ao nosso redor, preservar a natureza, tudo isso, agrada a Deus...
Com isso queremos dizer apenas que tudo o que a Palavra nos revela passa a ser NOSSO encargo de obediência, e a ele passamos a ser sujeitos para CUMPRIR e OBEDECER.
E é esse o encargo de que estamos falando, o encargo de obedecer aquilo que nos é paulatinamente, ao longo de nossas vidas, revelado por Deus. Ensinamento passado, ensinamento cumprido e obedecido. Fora disso é desobediência.
É esse o encargo que recebemos de Jesus, é esse o jugo suave que Jesus que nos ofertar, Ele que fiquemos com o jugo suave e o fardo leve dEle e, em troca Ele toma o nossos jugo e fardo pesados.
E o que é jugo? Jugo é uma peça de madeira que se coloca sobre a cabeça dos animais de tração, atrelando-os à carroça na qual são depositados os fardos para transporte; canga; mas é também a sujeição imposta pela força ou pela autoridade, é o vínculo de submissão e de dever de obediência.
E o que é fardo? Fardo é pacote, embrulho, volume, trouxa, conjunto de objetos e pertences pesados e volumosos sendo transportados, carga.
Ora, Jesus está a nos dizer no v. 30 que o jugo que tem para trocar pelo nosso é suave e o fardo leve. Jugo suave não pesa na consciência, nem nos ombros, fardo leve e com o a paina ou a pena. É como se estivéssemos carregando sobre os ombros um algodão doce...
A história da economia do Mundo que nos é relatado na própria Palavra de DEUS, dá conta que na Palestina, no ano de 926 a.C. morreu o rei Salomão e com ele o sonho de Israel de ser a grande potência mundial. No lugar do império construído por Davi e Salomão, surgiram dois reinos, o de Israel, ao norte, e o de Judá, ao sul. Os próprios israelitas dissiparam a herança recebida dos dois grandes reis. Velhas disputas tribais estavam em jogo. Mas, o estopim da tragédia foi a insistência do rei Roboão, o herdeiro do trono de Judá, que resolveu aumentar os impostos.
Fala Jeroboão e toda a congregação de Israel a Roboão: “Teu pai impôs-nos um jugo pesado; alivia agora a rude servidão e o pesado jugo que o teu pai nos impôs, e seremos teus servos” (I Reis, 12: 4).
Entretanto, tendo desprezado os conselhos dos anciãos, e ouvindo os jovens seus contemporâneos, Roboão desprezou o aconselhamento dos anciãos experientes, e assim respondeu ao povo: “Meu pai impôs-vos um jugo pesado? Pois eu o tornarei ainda mais pesado. Meu pai vos castigou com açoites? Pois eu vos castigarei com escorpiões” (I Reis, 12: 14).
É assim o jugo do mundo, o jugo do homem sobre o homem: PESADO.
Na seqüência da história, o país se desintegrou. Houve uma longa sucessão de guerras e até os escudos de ouro do templo foram roubados, o povo começou a cultuar Baal e o reino de Israel, incluindo Judá, foi completamente dizimado pelos assírios e por eles subjugado. O povo de Deus foi submetido a pesado jugo econômico.
E não é diferente nos dias de hoje. Vemos os economistas falarem do aumento da carga tributária ano após ano, e cada vez é maior. Se olharmos para as questões sociais que assolam os povos do mundo inteiro constata o pesado jugo que recai sobre a população. Para se educar bem um filho hoje requer muitos sacrifícios, para cuidar da saúde, nem se fala, para sair na rua com segurança, nem pensar.
É esse o jugo do dia-a-dia do homem aqui na Terra, pesado demais para carregá-lo sozinho. Com ele o homem se arrasta, porque no mundo temos muitas aflições e angústias.
A Palavra de Deus ministrada em João 16:33, o próprio Jesus nos fala que “no mundo tereis aflição”... Mas com Ele renovam as esperanças: “mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. E com Ele nós somos mais do que vencedores.
E Jesus está revelando o poder de Deus que nos é dado através dEle para vencer o mundo, e nós não podemos abdicar desse poder. Temos de receber e aceitar o convite para exercer esse poder que vem de Deus, e que recebemos através do Filho.
No v. 28, Jesus dirige aos aflitos com o chamamento “Vinde a mim” , e com isso nos faz um convite tríplice. É esse o convite transformador das nossas vidas. Aceitam-se o convite somos verdadeiramente transformados. Vejamos:
a) para vir a Ele e receber o dom gratuito da salvação. Vamos para Ele, Ele quer salvar a todos nós, Ele não faz acepção de pessoas, importa é que todos sejam salvos;
b) para aprender em discipulado, isto é, o aprendei de mim, significa o apelo para aprender com Ele, como Ele aprende com o Pai, para que, assim, e aprendamos todos juntos e sejamos todos, a um só tempo, igualmente conhecedores da sabedoria do Pai que se revela a nós, vivendo em UNIDADE de espírito divino;
c) para receber o jugo com instrução sob disciplina. A disciplina é tudo em nossa vida, é dela que decorre a perseverança e a obediência. O homem disciplinado não é ansioso, sabe esperar, sabe decidir no momento certo, porque segue as orientações de Deus e confia nelas, sabe que independentemente de tudo que esteja vendo e vivendo, a promessa de Deus em sua vida se cumprirá, ainda que tudo pareça contrário. Pareça, mas não é. O que parece é apenas a imagem deturpada da realidade que o inimigo tenta nos incutir, como se fora uma fotografia falsa das circunstâncias, uma montagem. Mas o verdadeiro soldado de Cristo, segue o regime disciplinar dele, e aceita a condução somente do Bom Pastor, aquele que nos conduz com sua vara e seu cajado.
Quem recebe a instrução do Senhor recebe com disciplina e sabe que tem de andar no caminho, na direção daquele que estabelece o jugo, do alvo que é Jesus, onde estão as promessas feitas para nós. É Nele que as promessas de Deus se realizam em nossas vidas.
Ter a disciplina de Jesus é amar como Ele ama, viver como Ele viveu entre nós, caminhar como Ele caminhou, sentir como ele sente...
Se olharmos para a vida de Jó vemos isso. Em Jó 2:7 vemos: “Então, saiu Satanás da presença do Senhor e feriu a Jó de uma chaga maligna, desde a planta do pé ao alto da cabeça.” E todos conhecem o estrago que Satanás fez na vida de Jô que perdeu tudo o que possuía: família, bens, honra, poder, reconhecimento social, tudo. Mas era um homem temente a Deus, pois: 1º· - confiava que era salvo por Deus; 2º· - era instruído na Palavra de Deus; 3º· - teve a disciplina necessária para saber esperar.
Jesus nos prometeu o novo céu e a nova terra, a nova Jerusalém, a morada ao lado do Pai, e cremos nisso, mas para chegar lá, ao lugar da promessa, à nossa terra prometida, à nossa Canaã celestial, teremos de lutar muito assim como ele lutou e venceu, só que com uma vantagem: Ele já sofreu por nós aqui na Terra a dor maior, Ele já pagou o preço na Cruz do Calvário num lugar chamado Monte do Gólgota, “Lugar da Caveira”, e nenhum sofrimento que tenhamos aqui se compara ao dEle... ...e nem à glória que há de vir...
Se qualquer um quiser hoje visitar esse lugar, é possível chegar ao topo do Monte Gólgota subindo escadas, e não carregando sob açoites pesada cruz, e visitando igrejas que ali se instalaram e não sendo pregado numa cruz. O lugar existe e o que a história bíblica nos relata é verdadeiro. É verdade que Jesus morreu na cruz por mim e por toda a Humanidade. E essa não pode ser uma mera frase de efeito de pregador ou para ilustrar uma oração. É para refletirmos nela todos os dias e agradecer e agradecer e agradecer...
Jesus sofreu morte de cruz por nós, para nos salvar. E nós não queremos o sofrimento? Como Jó disse à sua mulher no capítulo 2:10:”...recebemos o bem de Deus e não receberíamos o mal?” Vejam como Jó naquela época, antes mesmo de Jesus ter vindo ao mundo para nos ensinar, ele já sabia que o seu mundo era de aflições e tribulações. E esperou com paciência no Senhor. E a vitória dele todos conhecem. E Satanás mais uma vez foi derrotado.
Mas o servo de Deus, o justo, o crente sofre. E muito. Sofrimento, aflições, angústias é que não faltam na vida dos servos de Deus. Mas quando ele troca o jugo e o fardo com o de Jesus o sofrimento é diferente, é um sofrimento transformado em glória, em bênçãos...
A Palavra de Deus nos indica, pelo menos, sete motivos ou razões pelas quais os justos sofrem:
1) Começa pela razão da queda de Adão e Eva. Esta foi a porta pela qual o pecado entrou no mundo, e passou para todos nós, e com o pecado veio a dor, a tristeza, a angústia, o conflito e a morte sobre o homem. A desobediência levou à queda a criação preciosa de Deus.
Mas Deus, na sua infinita misericórdia, vendo que morte entrou no mundo criado por Ele pela ação do homem, nos dá graça, fortaleza e consolo divinos. Sustenta-nos mesmo neste mundo de pecado. E foi por isso que o seu Filho, Deus Filho, se fez homem e habitou entre nós para nos garantir a salvação. E é ela graça de Deus que somos salvo, e não por mérito, por mais que façamos para tal. A salvação é algo impagável perante Deus.
2) O justo sofre pela mesma razão que o ímpio sofre, em conseqüência dos nossos próprios atos. Todos somos pecadores. A diferença ente o justo e o ímpio reside apenas no fato de que o justo conhece a Jesus e reconhece o seu erro, se arrepende e pede perdão, e outra vez a infinita misericórdia divina o abraça de volta ao Pai. Nisso somos todos iguais. Somos todos pecadores e destituídos da graça de Deus. Todos. Somente temos acesso a graça de Deus pelo arrependimento e pela fé em Cristo Jesus, somente “pela graças sois salvo.”
3) O justo sofre pelos outros, pelos irmãos que ainda não foram salvos, sente aflição e angústia pela iniqüidade do mundo. O verdadeiro crente carrega sobre si o encargo permanente da oração pelos pecados do mundo.
4) O justo sofre ainda em decorrência dos ataques do Diabo, que anda pelo mundo tentando controlar, tudo e todos, mas nós temos o dever de olhar para a cruz de Cristo e vencê-lo: “esforça-te e tenha bom ânimo, eu venci o mundo.” Temos de estar vigilantes às suas ciladas e resistir aos seus ataques, pois assim ele bate em retirada. O próprio Jesus foi tentado por ele. E venceu.
5) O justo sofre porque tem a mente de Cristo. Ser cristão, ser crente significa estar em cristo, em comunhão com Ele, e estando em comunhão com Ele estamos em comunhão com o Pai, e se estamos unido a Ele, compartilhamos do mesmo sofrimento dEle. Ele sofre com a vida pecaminosa do homem, e devemos também, nessa unidade espiritual, sofrer porque temos a mente dEle. Paulo nos ensina lá em 2Cor 11:23-32 que sofreu por amor a Cristo, em Rom12:15 nos exorta a chorar com aqueces que choram. Isto é sofrimento com Cristo.
6) O sofrimento do justo também é usado por Deus para o nosso aprimoramento, melhoramento, crescimento, e com ele Deus quer nos lapidar a seu modo, Ele faz de nós, pedra bruta, um brilhante inigualável e preciosamente polido. É por isso que devemos dar o testemunho das nossas experiências obtidas com sofrimento, porque elas são sempre seguidas de vitória. Por isso é importante o testemunho na Igreja, relatando a vitória obtida, pois fortalece e renova as esperanças da Igreja. Só então é que vemos que o sofrimento passado é nada. Ah! se soubéssemos que iria acabar assim não teríamos sofrido tanto! É preciso saber esperar...
7) Porém, a mais importante razão do sofrimento do justo é que Deus usa o seu sofrimento para realizar a sua obra, realizar os seus planos, propagar o seu reino e o seu plano redentor, libertador, de salvação, o seu plano de resgate da Humanidade criada. TUDO O QUE DEUS CRIOU ERA BOM, mas com a queda do homem pela própria ação do homem, foi necessário que Deus elaborasse um plano no qual Ele abriria outra porta de salvação para o homem, e dessa vez ofereceu em sacrifício de cruz seu único e amado Filho que se fez carne, habitou e morreu por nós, ressuscitando a seguir, em vida plena.
Esse é o plano redentor de Deus para a Humanidade.
E o que é redentor? É aquele que resgata, que redime, que liberta. Redenção é auxílio, é proteção, que livra de situação difícil, salvação, é também a esmola dada para remir o cativo. Antigamente era usada para indicar a importância paga em dinheiro com a qual se comprava escravos para libertar do jugo do seu senhor.
E Jesus com o seu convite tríplice está sempre nos estendendo a mão e dizendo: Venha a mim, venha você que está cansado e oprimido, eu vou aliviar a sua dor. Toma o meu jugo, troca pelo jugo do mundo que você carrega, o meu jugo é suave e o meu fardo é leve e oferece descanso e refrigério, e esse que você carrega, é pesado. Comigo a sua vitória é certa e fora de mim não há salvação.
Estas palavras contidas em Mateus 11:25-30 que falam da revelação de Deus a nós, ensinam o segredo para uma vida melhor: obedecer, perseverar, ter mansidão e humildade, e confiar em Deus, aceitar o convite de Jesus para receber na salvação que ele nos oferece, e permanecer firme nela, manter-se instruído na Palavra de Deus, aprendendo com Ele e guardando a disciplina recomendada por Ele, e saber esperar, sem ansiedade.
E ao vencedor Ele dará a coroa da vida, e sabemos que, com Ele, somos mais do que vencedores, porque sabemos em quem temos crido e estamos bem certos que é poderoso para guardar o nosso tesouro até o dia final. Glória a Deus! Aleluia! E amém!
(Ana Maria Rangel - Palavra ministrada na Igreja Assembléia de Deus do IBES, no Grande Culto das Irmãs do Círculo de Oração, domingo, 25 de março de 2007).
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